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quinta-feira, 28 de agosto de 2008

São Luis Patrimônio da Humanidade pode perder seu titulo...

Turismo.

Quando estive em 1995 pela primeira vez em São Luis, fui conhecer o charmoso centro histórico, que foi coordenado sua total reestruturação pela equipe de política cultural da Senadora Roseana Sarney naquela época governadora. Nunca esqueço aquela época os maradores diziam que algo de novo estava acontecendo e mudando o conceito de vida dos maranhenses. As juventudes artísticas organizavam grandes eventos nas ruas do reviver, Os pintores contribuíam com o visual de um cenário magnífico enchendo as ruas com lindas telas, todos os dias o centro histórico estava cheio de turistas e artistas famosos. O festival de cinema o Guarnicê, sempre foi um grande acontecimento para o cinema brasileiro, realizado no Cine Praia Grande no centro que faz parte dessa história de vaca gorda.
Esse festival sempre foi uma grande referência mundial no cinema nacional e internacional. Diz o organizador do evento Euclides Barbosa, que revelou por telefone que a falta de apoio por parte dos governantes sempre foi uma realidade crua e cruel, um festival dessa grandesa deve ter mais atenção... Nosso compromisso é fazer do centro histórico uma ponte para o turismo maranhense.
“Eu pode acompanhei a edição de 1995 e 2003 e foi minha primeira participação, de um evento tão badalado, fui convidado pelo cineastra Antônio da Fontoura diretor do filme Rainha Diaba e outros... Como espectador só abriu meus horizontes artístico, sem falar do cenário visual mostrado na mostra dos filmes. Em 2003 voltei para acompanhar o evento sendo transferido para o hotel vila rica. Onde vivia o seu grande auge...
O cineasta Antônio da Fontoura me revelou que acidade histórica de São Luis lembra um grande cenário De filme de época. Será que em 95 ele já vivenciava uma tragédia. Bons tempos foram aqueles, agora o que era belo se tornou bucólico.
Como as idéias e acapacidade da senadora nós faz falta nessa hora. “A ambição é o puro senso de dever pois a si só não produz frutos realmente importantes para a pessoa humana, pelo contrário os frutos verdadeiros derivam do amor e da dedicação para com as pessoas e as coisas”.

Falta de verba

A falta de investimentos tem um reflexo negativo para a imagem da cidade. Casarões históricos que já serviram de moradia para famílias ricas do século 18 e início do século 19 agora são apenas ruínas. “Eu já andei em Portugal, França que também tem sítio histórico, preserva e valoriza muito mais suas origem”.Isso é a história da cidade. Se não for bem cuidada, pode desaparecer como mágica. Foi por causa do conjunto arquitetônico, das disputas que aconteceram no estado e dos costumes do povo maranhense que São Luis foi reconhecido como patrimônio mundial da humanidade. Todo esforço construído desde 1993 pode estar acabando, a falta de cuidado com os casarões, com o turista é de uma grande indignação diplomática. A UNESCO poderá reavaliar o titulo concedido a São Luis em 1997. Aqui todos dizem que não vão tirar o titulo. (Afirmam os jornais locais). Mas o que eles não sabem é que o processo é avaliado é formulado na sede central da UNESCO em Paris. (Aqui as coisa não fucionam como no Maranhão afirmou o presidente da entidade Koichiro Matsuura)

Atual governo pede paciência para UNESCO

O Governo pede a UNESCO paciência no porcesso de avaliação da situação, a riqueza cultural, os detalhes das construções, os azulejos que vieram de Portugal e da França há mais de 300 anos estão ameaçados. É por isso acusam a entidade de deixar a responsabilidade na mão do poder público. A causa dessa falta de cuidado com os casarões históricos que a Unesco poderá reavaliar o título concedido a São Luis em 1997. “O processo de degradação do centro histórico de São Luis precisa ser estancado. Quem perde o título não é o município, é o Brasil. São Luis é patrimônio nacional e por isso é patrimônio da humanidade”, alerta o presidente do IPHAN Luiz Fernando de Almeida. O ministério publico recebeu mas de 58 ações contra donos de imóveis tombado pela UNESCO. Os proprietários destruíram paredes, janelas e portas catenária. Para dar vez a grandes estacionamentos, onde acolhe os carros dos próprios políticos e assessores deles. A polícia já fez operações para fechar os estacionamentos. Mas depois que terminam as vistorias, eles sempre voltam a funcionar.Relatório...Fontes imirante. A coordenadora irá elaborar um relatório apontando os problemas detectados em São Luís. Daqui a dois ou três meses (provavelmente depois das eleições), Jurema Machado deverá retornar ao Maranhão para debater o problema da preservação do sítio arquitetônico da capital com os representantes do poder público estadual, municipal, federal, sociedade civil, entre outros, para, dessa vez, a elaboração de uma sugestão de agenda de trabalho conjunta para excluir totalmente o risco de São Luís entrar na relação d[Photo]as cidades consideradas ameaçadas de perder o título de Patrimônio da Humanidade. “Eu não tenho o poder para definir ações, tanto que estou aqui em uma missão preventiva. Agora, espero que diante dos problemas possamos iniciar um trabalho que vise melhorias no Centro Histórico até, no máximo, o início de 2009”, acentuou Jurema Machado. Entre algumas sugestões que serão tratadas pela coordenadora de Cultura da Unesco na sua volta ao Maranhão, devem estar a implementação de campanhas de um projeto de habitação que contemple os imóveis no Centro cativas para preservação do Centro Histórico; políticas de inclusão do Centro Histórico na área de desenvolvimento da cidade de São Luís; elaboração de um Histórico; plano de contingenciamento de trânsito da capital, entre outros.
No entanto amigos o Brasil vai elegar mas uma vez seus representates para a nova formação dos prefeitos de sua cidade, fica um alerta política com essa que vem sendo realizada no Maranhão nnão pode se repetir depois de tanto esforços para garantir que a cidade de São Luis do Maranhão patrimônio Histórico da Hulmanidade... Pode se perder do dia pra noite.

De: São Luis Para O jornal o rebate Mauro Bicudo.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

NA MIRA DOS TRAFICANTES....

Tráfico jura de morte 70 crianças e adolescentes na capital
Crianças e adolescentes também são ameaçados de morte pelos chefes do tráfico de drogas. Na capital, 70 jovens marcados para morrer são abrigados por um programa de proteção específico para menores de 18 anos.
Nos três anos de existência do programa, as ameaças do tráfico foram o principal motivo de internação. No total, 300 jovens passaram pelo programa, a grande maioria meninos com idade entre 14 e 16 anos.As dívidas dos usuários e a contestação de decisões de traficantes, caso dos vendedores que trabalham para mais de uma quadrilha, são os grandes fatores de desentendimento, de acordo com o Jornal da Tarde.
As vítimas só entram no programa depois de comprovado o risco de serem assassinadas. Ficam em locais desconhecidos, com pseudônimos, e não freqüentam escolas comuns.
Quatro crianças foram encontradas mortas na noite de quarta-feira (8) em Cariacica, região metropolitana de Vitória (ES). Elas apresentavam sinais de abuso sexual e ferimentos na cabeça.Os quatro meninos, todos de nove anos, estavam com as mãos amarradas, em um matagal de difícil acesso, no bairro Cariacica Sede, a 300 metros de uma rodovia, segundo informações do delegado Claudio Victor, que cuida do caso.De acordo com o delegado, os meninos apresentavam ferimentos na cabeça e na parte lateral do corpo e sinais de abuso sexual. As crianças só foram encontradas por volta das 19h, após a polícia realizar a busca no local.De acordo com o delegado, adolescentes que faziam armadilhas para animais perto de onde as crianças foram encontradas mortas acharam os corpos e avisaram aos pais, que telefonaram à polícia, por volta de 18h.O delegado ouviu moradores de casas próximas, que disseram ter visto os garotos, pela última vez, às 16h.As crianças moravam no bairro Morro Novo, um local onde vivem famílias de baixa renda, a maioria em casas de madeiras, de acordo com o delegado.Parentes dos meninos assassinados disseram à polícia, em depoimento, que os quatro foram à escola municipal Augusto Luciano pela manhã, mas não tiveram aula.Na parte da tarde, os garotos foram catar latinhas na rua da cidade, o que costumavam fazer para ajudar na renda da família, segundo Claudio Victor.Segundo ele, as crianças freqüentavam a creche Casa São João Batista, todas as noites, apenas para se alimentar. Os parentes disseram à polícia que não viam motivos para a morte das crianças.SuspeitaHá apenas um único indício que possa levar ao autor do crime. Segundo o delegado, não está descartada a hipótese de vingança, já que o irmão de uma das vítimas praticou um homicídio há cerca de um mês.O delegado também investiga a hipótese de que o crime possa ter sido cometido por um maníaco, mas não tem conhecimento de registros semelhantes na região.Não havia suspeitos, e os policiais continuavam a varredura à busca de pistas no local na noite desta quinta-feira.Um inquérito policial foi instaurado na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Vitória para apurar as causas do crime.
FONTE:
Folha on Line.




sábado, 16 de agosto de 2008

Viva o Brasil!



Por mauro Bicudo
Ontem na madrugada de sexta pra sábado, o Brasil ficou de olho no cubo chinês. Era tão esperada a prova dos 50 metros livre. Foi então que percebir como é bom ser brasileiro, algo de lindo foi realizado naquele momento, ouvir pela primeira vez o hino nacional. Na minha casa todos os amigos de BH estavam presentes eram uma única torcida ... Mas algo estranho aconteceu naquele momento ninguém resistiu e choravamos como crianças, nunca vou esquecer esse dia. Espero que o Brasil consiga mais medalhas nessas olimpíadas.
Agência Reuters
César Cielo conquistou no sábado (16) a primeira medalha de ouro da natação brasileira ao vencer os 50 metros livre na Olimpíada de Pequim 2008.

Veja abaixo todas as medalhas que a natação do Brasil já conquistou em Jogos Olímpicos.

1952, Helsinque: Tetsuo Okamoto, bronze nos 1.500 metros livre

1960, Roma: Manuel dos Santos Jr, bronze nos 100 metros livre.

1980, Moscou: bronze do revezamento 4x200 metros livre (Cyro Delgado, Djan Madruga, Jorge Fernandes e Marcus Mattioli).

1984, Los Angeles: Ricardo Prado, prata nos 400 metros medley.

1992, Barcelona: Gustavo Borges, prata nos 100 metros livre.

1996, Atlanta: Gustavo Borges, prata nos 200 metros livre e bronze nos 100 metros livre; Fernando Scherer, bronze nos 50 metros livre

2000, Sydney, bronze no revezamento 4x100 metros livre (Carlos Jayme, Edvaldo Valério, Fernando Scherer e Gustavo Borges)

2008, Pequim: César Cielo, ouro nos 50 metros livre e bronze nos 100 metros livre


A natação é tão antiga quanto o homem, pois desde o início dos tempos, era necessário nadar para se locomover e se alimentar, atravessar rios, lagos e mares em busca de abrigo e alimentos. A natação só começou a ser organizada no século XVII, no Japão, onde o Imperador determinou que ela fosse ensinada e praticada nas escolas, mas como o Japão era um país fechado, isso não se disseminou para o resto do mundo. Foi na Inglaterra, em 1837, que a natação foi organizada como competição pela primeira vez, quando foi fundada a Sociedade Britânica de Natação. No início, o estilo adotado pelos atletas era o nado peito. Na década de 1870, J. Arthur Trudgeon, um instrutor inglês de natação, viajou para a América do Sul e observou um estilo alternativo de se nadar. Ele levou o novo estilo para a Inglaterra, onde era chamado nado “trudgeon”, hoje, conhecido como nado crawl com pernada de tesoura.
A natação é um dos esportes nobres das Olimpíadas ao lado do atletismo. Sempre foi um esporte olímpico, desde a primeira disputa em Atenas, 1896. Naquele ano, apenas os estilos livre (crawl) e peito foram disputados. O nado costas foi incluído nos Jogos de 1904, já o borboleta, surgiu como evolução do nado peito, na década de 1940.

No Brasil

A história da natação brasileira inicia em 1908, quando aconteceram em Montevidéu, as primeiras provas internacionais na América do Sul. Graças ao famoso Abraão Saliture, o Brasil conquistou as primeiras vitórias internacionais, vencendo as provas de 100m e 500m livre. Em 1912, a natação foi regulamentada pela Federação Brasileira das Sociedades de Remo. No início do século, as provas de natação eram realizadas em rios. O Tietê foi local de célebres competições. As travessias realizadas nesse rio eram bastante populares. Em 1923, a Associação Atlética São Paulo, uma das entidades fundadoras da Federação Paulista de Natação – FPN – inaugurou a primeira piscina para competições no Estado. Em 1920, na Antuérpia, o Brasil fez sua estréia em Jogos Olímpicos. A modalidade crescia e o reflexo era a maior presença de paulistas nas seleções brasileiras. Nas Olimpíadas de 1936, em Berlim, Maria Lenk foi semifinalista nos 200m costas, enquanto João Havelange, então atleta do Espéria, nadou os 400m e os 1500m. Ao longo dos anos a natação brasileira progrediu muito, o interesse do público e as performances atingidas pelos nadadores contribuiu demais para essa ascensão. Em 1948, a natação masculina do Brasil, pela primeira vez, chegou a uma final olímpica. Nos jogos de Londres, Willy Otto Jordan, do E.C. Pinheiros, foi o sexto colocado nos 200m peito. Quatro anos mais tarde, Tetsuo Okamoto, nadador do Yara Clube Marília, foi o terceiro nos 1500m livre, colocação que Manoel dos Santos, E.C. Pinheiros, repetiu em Roma, 1960, nos 100m do mesmo estilo. Um ano mais tarde, o nadador tornou-se recordista mundial da prova. Depois dessas conquistas, o Brasil só voltou a se destacar na década de 1980, com a medalha de bronze no revezamento 4x200m livre nos Jogos Olímpicos de Moscou e, principalmente, em 1982, quando o paulista Ricardo Prado tornou-se o único brasileiro, até hoje, a vencer um campeonato mundial em piscina longa, em Guaiaquil no Equador, com direito ao recorde mundial dos 400m medley. A antiga CBN – Confederação Brasileira de Natação – se transformou em Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos – CBDA – em 1988 com a entrada do atual presidente Coaracy Nunes Filho, que entendeu que o nome da entidade deveria refletir todas as modalidades por ela representadas – natação, nado sincronizado, pólo aquático, saltos ornamentais e maratonas aquáticas. Em 1988, 3 mil atletas constavam nos cadastros da CBDA. Hoje, a Confederação tem mais de 65 mil atletas cadastrados, 3 mil clubes e 27 Federações Estaduais e um calendário com centenas de eventos nacionais e dezenas de competições internacionais por ano. Atualmente, o Brasil possui diversos atletas de nível internacional e o maior de todos é, sem dúvida, Gustavo Borges, dono de 4 medalhas olímpicas e, juntamente com Torben Grael, o atleta brasileiro mais premiado em Jogos Olímpicos. Além disso, a equipe de revezamento 4x100m livre foi duas vezes campeã mundial em piscinas de 25m e medalha de bronze nas Olimpíadas de Sydney, 2000. Mas nem só da natação em piscinas vive este esporte no Brasil, em 1958, Abílio Couto tornou-se o primeiro brasileiro a atravessar a nado o Canal da Mancha, tornando-se um dos primeiros mitos da natação brasileira. A travessia do Canal da Mancha representa a maior façanha em todo o mundo de um nadador de águas abertas. A fama de Abílio viria a crescer ainda mais no ano seguinte, em 1959, quando ele bateu o recorde mundial da travessia do Canal da Mancha – que liga a Inglaterra à França – com o tempo de 12h49min. Catorze dias após bater o recorde da travessia, Abílio disputou a etapa do Canal da Mancha válida pelo campeonato mundial de natação em águas abertas e venceu a prova que foi disputada por atletas profissionais (Abílio era amador).

Fontes de Referência
CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos)
FINA (La Federation Internationale de Natation)
História dos Esportes, Orlando Duarte, Makron
IOC (International Olympic Committee)
The Illustrated Encyclopedia of Sports, Aurum Press.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Último romance de Paulo Coelho inunda livrarias


Um dos locais mais importantes para os roqueiros paulistanos, a Galeria do Rock (foto), pretende inaugurar um novo espaço em dezembro.

O projeto chama-se Museu do Rock, e sua primeira exposição já está programada: terá trabalhos da artista plástica Leila Boas, com imagens em tamanho natural de ícones como Elvis Presley, Beatles e Rolling Stones.

A idéia dos organizadores é que, além das lojas, os freqüentadores do local tenham um espaço cultural para visitar.

A Galeria do Rock fica na avenida São João, 439 - Centro.





Foto divulgação.

Capitolio/Wasshington DC.


TWENTIETH CENTURY ART



Fonte cultural IBEST.


Rio de Janeiro - O último romance do escritor Paulo Coelho tomou conta hoje das estantes das livrarias brasileiras com uma tiragem inicial de 200 mil exemplares, muito superior à média normal no país, informou a editora Agir.

O novo romance de Coelho, intitulado "O vencedor está só", é o primeiro livro policial do autor e se passa no glamuroso festival de cinema de Cannes, que se transforma no cenário de uma série de cinco assassinatos por um endinheirado magnata russo.

O autor, na página oficial do livro, explicou que sua idéia nesta obra era explorar o mundo da fama que, segundo ele, tem "contrapartidas" associadas, como "a amargura" com a qual alguns tratam os famosos e também "uma profunda solidão".

Paulo Coelho reconheceu que ele mesmo experimentou as virtudes e mazelas do sucesso.

"A fama me abriu portas. Eu cheguei aonde muitos sonhavam e tive essa sensação de que ninguém me ama", resumiu o escritor.

O livro, publicado pela editora Agir, está à venda por R$ 39,90, em uma edição luxuosa de capa dura.

Paulo Coelho se tornou mundialmente famoso por sucessos como "O Alquimista", que foi traduzido para dezenas de idiomas e vendido em 160 países, "O Diário de um Mago", "As Valkírias" ou "Veronika decide morrer".

Nesta ocasião, o autor abandonou pela primeira vez seu estilo místico que atraiu tanto fãs como desafetos.

Sua última obra, "A Bruxa de Portobello", lançada no final de 2006, foi o último romance deste escritor que vendeu cerca de 75 milhões de livros no mundo todo.